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Música, Resenhas, Todos

Scream & Yell para Levi’s Radio: A música extraña e original de Sobre a Máquina

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Link: http://levismusic.com/ar#musica-extra%C3%B1a-y-original-de-sobre-a-maquina

Texto (espanhol):

El ambiente es sombrío. La rutina, la prisa, el ruido, y el aire pesado presentes en el cotidiano de quién vive en las grandes ciudades aparecen aquí traducidos en melodías y ruidos que causan extrañeza a la primera audición. Para el trío experimental formado por Cadu Tenório, Emygdio Costa y Ricardo Gameiro en el Rio de Janeiro, esto es el objetivo: crear con la intuición, sin caer en lo obvio.

Surgida en 2010, con el lanzamiento del complejo álbum “Decompor”, Sobre a Maquina ha lanzado en 2011 el hermoso “Areia”, disco donde el grupo presenta un sonido más accesible, lo que paradójicamente puede ofrecer refugio del caos del mundo moderno, mientras se está reproduciéndolo (descargue aquí:http://sobremaquina.bandcamp.com//álbum/areia).

Con influencias que van desde el industrial al free-jazz, en “Areia” el trío contó con el refuerzo del saxo tenor Alexander Zhemchuzhnikov en la melancólica “Foz” y en la oscura “Garça” – cuyos  ruidos de la guitarra se asemejan a gritos sofocados. Tal inspiración del jazz, presente en la estética libre de la creación, aparece más visiblemente en la cita a “Acknowledgement”, de John Coltrane, en el video promocional de “Língua Negra”, grabada en vivo durante una presentación en Rio de Janeiro.
Extraña, única y acogedora, la música de Sobre a Máquina, es un perfecto viaje sensorial y debe ser oída en los auriculares, lentamente y preferiblemente a volumen alto.

Texto (português):

A atmosfera é sombria. A rotina, a correria, o barulho, e o ar pesado presentes no cotidiano de quem vive nas grandes cidades aparecem aqui traduzidos em melodias e ruídos que causam estranheza em uma primeira audição. Para o trio experimental formado Cadu Tenório, Emygdio Costa e Ricardo Gameiro, este é o objetivo: criar com a intuição, sem cair no óbvio. Surgida em 2010 com o lançamento do complexo álbum “Decompor”, o Sobre a Máquina lançou neste ano o belo “Areia”, disco onde o grupo apresenta um som mais acessível, que paradoxalmente consegue oferecer refúgio do caos do mundo moderno, ao mesmo tempo que o reproduz.

Com influências que vão do industrial ao free-jazz, em “Areia” o trio contou com o reforço do sax tenor de Alexander Zhemchuzhnikov na melancólica “Foz” e na obscura “Garça” – cujos ruídos de guitarra mais se assemelham a gritos sufocados. Tal inspiração do jazz, presente na estética livre da criação, aparece mais claramente na citação a “Acknowledgement”, de John Coltrane, no vídeo promocional de “Língua Negra”, gravada ao vivo durante apresentação no Rio de Janeiro.

Estranha, original e convidativa, a música do Sobre a Máquina é uma perfeita viagem sensorial e deve ser ouvida nos fones, com calma e de preferência bem alto.

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About Renata Arruda

Redatora e tradutora.

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